Eletrizante.
Esta é a palavra que sintetiza Trio Forrózão no palco. Ave selvagem, garganta
de aço, Bastos se transfigura no palco, como um caleidoscópio de voz, vibração
e gestos incendiários.
Filhos do nordeste brasileiro, nascidos no alto sertão da Paraíba, o Trio
Forrózão teve a sorte de ter um padrinho músico( Caetano Veloso ) que os levou
para a arte nacional. Cresceram no Nordeste, tiveram como cartilha os mais
diversos ritmos da região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos
e forró, muito forró. Gêneros musicais que preservam a pureza de uma cultura
eminentemente popular.
Ainda que cantasse desde criança, Bastos iniciou sua carreira profissional
tocando na Feira de São Cristóvão - RJ em 1984. Foram doze anos na feira,
tocando com diversas pessoas até chegar a conhecer no ano de 1990 Nicodemus
zabumbeiro e Zezinho Sanfoneiro. Nascia aí o TRIO FORRÓZÃO que inicialmente
eram um trio, com o agravamento do esforço repetitivo do triangulo Bastos
não podendo mais tocar convidou Edson no ano de 1996 para integrar ao trio
como triangulista, transformando em um quarteto e batizando Edson artisticamente
como Xupa Kabra.
Em 1997, trocaram a feira pela apresentações em faculdades no Rio de Janeiro
e aí surgia o Forró universitário. Bastos e o trio com sua interpretação marcante
renderam lhe seu primeiro contrato com a gravadora NATASHA RECORDS de Caetano
Veloso que acreditou e apadrinhou a banda. Posteriormente gravaram mais quatro
obras.

Rapidamente o trio despontou no meio musical, passando a integrar o primeiro
time da Música regional Brasileira. Os discos se seguiam a cada ano, juntamente
com shows que cada vez mais marcavam a sua presença única no palco. “É no
palco cantando que nos nós sentimos mais vivos”, afirma o trio.
No ano de 2003 o trio reaparece com uma nova formação preservando o garganta
de aço Bastos e Xupa Kabra o dançarino do triangulo. Então, da Paraiba veio Zezinho Boni sanfoneiro de
Campina Grande e de Pernambuco Nicodemus. No ano de 2006 o Trio assinou com a ROB DIGITAL RECORDS gravaram
“ NA PUXADA DE REDE “ obra esta que caiu nas graças da mídia, chegando o trio
a finalistas do Premio TIM DE MUSICA 2007, estando entre os três melhores
grupos regionais do Brasil.
Seus espetáculos abrangem todos os públicos. São shows em feiras agropecuárias,
festivais de forró, festas juninas, carnavais, festivais de rock, convenções
e todo o tipo de eventos. Seu público não é definido: jovens e adultos de
todas as classes são atingidos pelo trabalho do trio.
Bastos o timoneiro do grupo justifica a imensa abrangência do seu público
pela amplitude do seu trabalho. Não existe nada de “standard” no Trio Forrózão.
Os ritmos, as fusões, as influências e tudo o mais que signifique música está
em seus shows.
Nova York, Londres e dezenas de lugares por todo o mundo atestam a grandeza
do trabalho do Trio Forrózão. Viva a musica do sertão, viva o Forró!!!
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